16 de maio de 2005

Mais um post musical!

Dedicado a minha amiga Bia, que pediu esclarecimentos sobre os últimos acontecimentos.
*
Aconteceu que eu comecei a ficar frustrada, com raiva, de não receber um telefonema esperado.

Estava parecendo um pouco incoerente com os momentos juntos, as palavras trocadas, tudo intenso, íntimo, legal, apaixonante, sexual ao extremo, fofo, lindo, grande, químico, “ te ligo”, “vamos viajar em julho”, “guarda aí que isso é nosso”.

De qualquer forma, eu estava tomando um puta cuidado pra não parecer colona, pra não ficar ligando, pra não ficar no pé. Das POUCAS vezes que eu liguei, brilhou um aviso de néon sobre minha cabeça: medo!

Então, no auge da histeria, no meio de um fim de semana e pra botar ponto final em uma história, apaguei o telefone celular dele do meu telefone celular. E não gravei o número na minha memória. Tudo isso nada foi mais do que uma estratégia xiita de me proibir de ligar pro cara, de qualquer jeito. Se não sabe se controlar, fica sem!

E também pra me enganar que ele ia me telefonar em breve, assim eu teria o telefone dele de novo.

Até hoje, estou esperando!
Quando eu digo que eu só me fodo, vocês não acreditam!

MAS,
E só pra lembrar, mais uma da Ceumar (porque eu to rimante!)
“Tudo que se acende, se apaga
Fósforo se apaga, vela, incêndio, lamparina
O olho da menina, até o seu.
Tudo pode se acabar, tudo pode se apagar
E virar lixo!”

Considerações:
1. O cara já largou faz tempo a adolescência (faz tempo mesmo).
2. Ele não precisa de papinhos pra me levar pra cama porque eu to facinha.
3. E pra eu não acha-lo um canalha – porque não dá pra eu ficar achando canalhas em todas as pessoas com quem eu fico – resolvi tentar não fazer mais esforço pra entender
4. E se é coisa que eu não entendo, preferi apagar o incêndio.
5. Estou meio triste com isso.