Eu te convido para minha cama e neste abraço prolongado, ancestral e sempre inacabado, procuro com sede, com medo e com certeza, o amor. Algumas vezes você aparece como vento, como pedra, como eletricidade, como açúcar como anjo.
Dormiu por tanto tempo a Luzia e no fundo da caverna esperou para mudar a história Mulher descavada e exposta na janela de vidro da memória Morreu duas vezes. Mulher negra, nossa mãe de criação, eva americana, elo perdido de um paraíso vilipendiado. Na fogueira do descaso, vira pó ao lado de tantas filhas exterminadas nesse país sem rosto de mulher
Comentários
Amor,
Ana
beijocas e tudo de maravilhoso sempre...
Feliz ano novo! 2008 é nóis, heim?!
Bjocas