5 de junho de 2010

Pausa para curiosidades: em 1935




Dois dias dentro de um arquivo, folheando jornais antigos que soltam pedaços, faz a gente descobrir coisas divertidas.

30 de maio de 2010

Tá com medinho!!!



Colegas educadores,
Flagrante capturado pelo colega ignorantão de um momento fantástico da escola pública paulista.

Vale assistir, reproduzir, discutir, disseminar!!!

11 de maio de 2010

Devo estar me refazendo...

Uma dose de Teresa Cristina, pra alegrar a noite. Baixe e ouça!

Espera, que o tempo trata da solidão
Melancolia sem ilusão não é nada
Aguarda, tira essa mágoa do coração
Ensina o verso a virar canção delicada
Então pagar pra ver a vida ensinar
Que a dor é vai e vem
Qual onda no mar
E se faltar alguém no seu despertar
É bom se refazer até o amor chegar

Espera, que o tempo trata da solidão
Melancolia sem ilusão não é nada
Repara, que um dia é pouco pra perceber
Que a escuridão faz por merecer a alvorada
Então pagar pra ver a vida ensinar
Que a dor é vai e vem
Qual onda no mar
E se faltar alguém no seu despertar
É bom se refazer até o amor chegar
Espera que o tempo trata da solidão
Melancolia sem ilusão não é nada
Aguarda, tira essa mágoa do coração
E ensina o verso a virar canção delicada

Delicada

Teresa Cristina e Grupo Semente

Composição: Zé Renato e Teresa Cristina

17 de abril de 2010

A Ciegas

No tienes que darme cuentas,
él no te las ha pedío,
quien va por el mundo a tientas,
lleva los rumbos perdíos



Assisti los abrazos rotos. Por que demorei tanto?
A trilha sonora casou com o post de ontem,
pode ser que esta música fosse aquela que não estava tocando.

16 de abril de 2010

Ficção Cega na casa que não tinha paredes


No dia que eu te encontrar de novo o mundo vai parar de rodar por uns instantes
Eu vou te olhar e vamos começar a dançar uma música que talvez nem esteja tocando
Eu vou deitar a cabeça no seu ombro, e, agarrada à sua mão, fechar os olhos
De olhos fechados vou cheirar o seu pescoço e sua barba e seu cabelo
E a música que não estava tocando vai emendar em outra e em outra
Sei que vou secar uma lágrima em sua blusa, disfarçadamente
E vou dizer, no pé do seu ouvido para que você nem ouça,
meu amor

30 de março de 2010

Uma fantasia


* por marcelo daldoce

4 de março de 2010

Irresistível!


Nossa amiga do H&F deu uma dica. Flashes da velha Tchurma, politicamente incorreta.

Espia só!

28 de fevereiro de 2010

Uma Composição da T. do Amaral

O caminho marcado por pedrinhas brancas e roliças ficara pra trás.
Um grande prado verde assumia à minha frente o papel de infinito: caminho sem bordas, sem limites, nem trilhas.
Em algum lugar por ali existe um oásis, eu sei. Consigo enxergá-lo mas não tenho certeza se já quero estar lá.
Vou continuar nesta grama onde minhas pegadas não deixam marcas. Se alguém me quiser encontrar, segue meus cabelos que teimam em crescer contra o vento.
Na outra ponta estarei eu.

21 de fevereiro de 2010

Cupido, do Edward Munch


Eu te convido para minha cama
e neste abraço prolongado,
ancestral
e sempre inacabado,
procuro
com sede,
com medo
e com certeza,
o amor.

Algumas vezes você aparece
como vento,
como pedra,
como eletricidade,
como açúcar
como anjo.

12 de fevereiro de 2010

A historinha do Arruda

Hoje a folha publicou, em meio a uma grande reportagem, estas informações.
Ela chamou de MEMÓRIA (engraçado que o jornal só lembrou agora destes detalhes)

Arruda foi pivô de violação de painel em 2001

DA REPORTAGEM LOCAL

Hoje em desgraça, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), já foi protagonista de outro escândalo em 2001: A VIOLAÇÃO DO PAINEL ELETRÔNICO DO SENADO DURANTE A VOTAÇÃO DA CASSAÇÃO DE LUÍS ESTEVÃO, EM JUNHO DE 2000.
Arruda foi acusado pela ex-diretora do Prodasen de ter solicitado a lista de votação. Segundo Regina Borges, ARRUDA -À ÉPOCA, LÍDER DO GOVERNO PELO PSDB- DISSE QUE CUMPRIA ORDENS DO ENTÃO PRESIDENTE DA CASA, ANTONIO CARLOS MAGALHÃES (BA).
Arruda insistiu em sua inocência. Chegou a chorar no plenário e RENUNCIOU AO MANDATO EM MAIO DE 2001, APÓS APROVAÇÃO DE PROCESSO DE CASSAÇÃO NO CONSELHO DE ÉTICA.
Livre da cassação, ele retoma sua trajetória. Desgastado, não tentou o Senado, mas voltou ao Congresso em 2003 como deputado pelo extinto PFL. Três anos depois, elegeu-se governador.
COM A METEÓRICA RECUPERAÇÃO, ARRUDA GANHOU DESTAQUE NO DEM, A PONTO DE SER COGITADO PARA A VICE DO PSDB NA DISPUTA PRESIDENCIAL DE OUTUBRO.
Arruda voltou a experimentar o ocaso ao ser acusado pela PF de comandar o mensalão do DEM.
Sob pressão e sem apoio partidário, desfiliou-se do DEM no fim do ano passado. Ontem, o STJ decretou sua prisão preventiva e o afastamento dele do cargo.

9 de fevereiro de 2010

8 de fevereiro de 2010

Santa Cecília vibra!


Eu ainda não fiz um filho, mas já ajudei a botar na rua um Carnaval!
E foi lindo de arrepiar.

Obrigada minha santinha!

28 de janeiro de 2010

Ai minha Santinha!

Santa Cecília, protetora dos batuqueiros,
por favor,abra os caminhos para o bloco passar...

"Eu por mim queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo
Um grilo menos nisso
É disso que eu preciso
Ou não é nada disso
Eu quero é todo mundo nesse carnaval

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Ginga pra dar e vender"

Sérgio Ricardo

24 de janeiro de 2010

Sabedoria Manoel, o de Barros

Para entrar em estado de árvore é preciso
partir de um torpor animal de lagarto às
3 horas da tarde, no mês de agosto.
Em 2 anos a inércia e o mato vão crescer
em nossa boca.
Sofreremos alguma decomposição lírica até
o mato sair na voz.

Hoje eu desenho o cheiro das árvores.

11 de janeiro de 2010

Extra! Extra!

Mulher chorando é vista em outras paragens!


Uns esculpem, outros fotografam, outros sonham.

A Flor que não Existe desenha pra inspirar a gente a fazer tudo isso!

6 de janeiro de 2010

Uma mulher de pedra que chora.

Da multidão que passa por ali todos os dias poucos notam a mulher.
Se você parar um pouco em frente a ela, e apurar os ouvidos, ela te contará sua história.
Às vezes, o tempo de uma fotografia é suficiente.

Ela me contou, ou eu escutei, que um dia sentara ali para esperar seu homem; um homem que ela conhecia ou que ela queria conhecer - ninguém sabe.
Chegara ali em uma primavera, sentara confortavelmente num banco do páteo em frente ao Museu do Louvre e olhara a multidão. De início, com a coluna ereta, um cruzar de pernas, um olhar afiado. De todos os homens, cada um podia ser ele. Alguns até firmaram seus olhos nos dela, disseram um oi, olharam suas pernas.
Os dias foram passando e alguns homens lhe deixaram flores, outros poemas, mas a maioria passara indiferente por ela.
Entrara o verão e fora embora. Depois o outono e também fora, e com eles tantos outros homens.

Quando eu parei ali para olhá-la e tirar sua foto já era inverno. Ela parecia uma estátua de pedra, encurujada, triste, dobrada sobre o peso das costas e tesa de frio. Parecia até uma escultura. Mas com um pouco de imaginação dava pra escutar sua história e outro tanto de amor se podia escutar os seus suspiros e perceber que suas lágrimas formaram uma poça gelada por entre suas pernas.