26 de dezembro de 2006

Rumo a caderninhos 2007

Estou há dois dias procurando a frase que vai iniciar o meu novo caderno. Buscando o no presente de natal, livro de poesia que eu ganhei.
Talvez esta busca termine em branco, branco como o início do caderninho 2007 que pretendi começar hoje e não deu.
Levo ele pras franja do mar comigo, pra ver quem ou o que me inspira a começar. Ou talvez não haja inspiração, mas só mo começo.
E 2007 será o não esperar. Sei que não esperar eu não posso, então....

Da esperança, a dona desta palavra tanto quanto de sua negação, eu não tenho como desistir.
Mas tenho que mostrar quem manda e começar a esperar exatamente o que e quem espero, para ser mais específica e não confundir esta velha senhora que deve estar bem cansada. E que carrega a sina de não morrer nunca.