15 de setembro de 2006

Metade cheia, metade vazia


Escrevo para me fazer companhia em um compromisso: terminar uma garrafa de cerveja que sobrou de uma reunião em casa: metade cheia, metade vazia.

Estou na minha 15ª hora acordada, somente a última não foi gasta trabalhando. Parece ruim, mas não é. A minha metade cheia está lotada. Tenho muito mais compromissos do que aconselha a vã filosofia. Porém, os 250 alunos, os 500 problemas, os cinco projetos não remunerados, os bicos e as boas sete horas de sono me deixam feliz.

Para a metade vazia sobram as entrelinhas do tempo.